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Jornada de 12 meses (mentoria)

A Jornada de 12 Meses do SubidoPro: os 8 Pontos de Quem Tem Resultado

Pedro Sobral · 42 min

Em uma frase: começa uma jornada de mentoria de 12 meses que vai ser dura e cheia de trabalho, mas com garantia de resultado para quem executar, desde que a pessoa cumpra 8 comportamentos que separam quem prospera de quem trava.

Por que importa: a diferença entre quem termina o ciclo faturando várias vezes mais e quem fica no lugar quase nunca é conteúdo ou talento. É postura. Esta aula é o "manual de como se comportar dentro do programa" para extrair o máximo dele, e os mesmos 8 pontos valem para qualquer jornada de aprendizado intenso, não só a mentoria.

As duas verdades da abertura

Antes dos 8 pontos, o palestrante entrega duas coisas contraintuitivas sobre os próximos 12 meses.

1. Vai ser pesado, não mágico. É contraintuitivo esperar "os melhores 12 meses da sua vida" e ouvir que talvez sejam os mais difíceis. Tem muito trabalho, e tem o boleto que chega todo mês sem falta. A imagem usada é a da "cenoura na frente e outra cenoura atrás": à frente o sonho que puxa, atrás a pressão do boleto que empurra. A frase-síntese é "o segredo do sucesso é o bom boleto para você pagar", ou seja, a obrigação financeira mensal é o que força a pessoa a se mover e a descobrir como pagar o próximo.

2. Você não está mais sozinho. A promessa dada com a palavra do mentor é direta: se você fizer a sua parte de executar o que for proposto, não tem como dar errado. A comunidade existe desde 2022, com gente que entrou naquele ano e permaneceu em 2023, 2024, 2025 e 2026, porque o programa seguiu gerando resultado e destravando as próximas metas. Quem entra agora tem uma vantagem que os veteranos não tiveram: um programa já maduro e uma rede de pessoas experientes ao lado.

Por que ele não promete o céu

O palestrante conta que um crítico disse que ele "não tem mais resultado porque promete pouco". A resposta dele virou princípio do programa: prefere entregar números reais a fazer promessas vazias. Os dados que ele usa para sustentar isso:

IndicadorNúmero citadoContexto
Renovação da última turma92% das pessoas presentes no eventoNo mercado de mentoria o normal é 10% a 30%
Alunos que atingiram o resultado esperado66% dentro do cicloConsiderado alto para o setor
Mentorias individuais já realizadas+25 milBase do "a gente sabe o que está fazendo"

A lógica: quem promete demais é quem não consegue cumprir. Números reais, ainda que menores, valem mais que promessa grande e vazia.

A evolução média dentro do ciclo

São médias (tem quem comece sem nenhum cliente), servem de referência da montanha, não de garantia individual.

Métrica médiaInício do cicloFim do ciclo
Número de clientes617
Faturamento mensal~R$ 8 mil~R$ 37.758

No último ano, a comunidade faturou mais de R$ 105 milhões comprovados (contratos e notas fiscais efetivamente subidos na plataforma). O próprio palestrante afirma que o número real é provavelmente o dobro, porque muita gente fecha contrato e não sobe o documento, então não entra na conta. Só o 100% comprovável foi contabilizado.

Cuidado de leitura: os números grandes podem assustar quem hoje fatura pouco ou nada. A orientação é não se assustar, porque "cada pessoa tem a sua própria montanha individual para subir". O programa é personalizado para o seu próximo passo, não para você consumir tudo de uma vez. Iniciante não precisa devorar o catálogo inteiro; precisa ser direcionado a 2 ou 3 conteúdos que já o deixem pronto para vender e se movimentar rápido.

A camisa azul não é garantia

Um ponto de mentalidade que atravessa a aula: a "camisa azul" (o acesso ao programa) é um privilégio, não um resultado garantido. A frase central é "quanto menos você der o SubidoPro como garantido, mais você vai conseguir utilizar o SubidoPro, e quanto mais você usa, mais resultado você tem".

O paralelo usado é o de reconhecer privilégios: só quem reconhece e agradece o que tem faz bom uso disso. Ter estrutura, acompanhamento e método "nas mãos" é algo que muita gente lá fora gostaria de ter e não tem. Tratar isso como óbvio é o caminho para desperdiçar.

Ele também é claro sobre os 8 pontos não garantirem mágica: mostrar os números não significa que todo mundo terá resultado. Uma minoria não terá. O que aumenta ou diminui a sua chance é cumprir (ou não) os 8 pontos abaixo.

Os 8 pontos de quem tem resultado

Ponto 1 · Deixe de ser aluno e se torne mentorado

O quê: a primeira diferença entre quem tem e quem não tem resultado é trocar a mentalidade de aluno pela de mentorado.

A diferença:

  • Aluno pensa em consumo total: "não vi todas as aulas, então não está valendo a pena", "se não consigo ver todos os conteúdos, isso não é para mim". É mentalidade de curso.
  • Mentorado pensa em progresso: "com o que eu estou consumindo, estou conseguindo crescer dentro do programa?", "tenho clareza de quais conteúdos servem a mim agora, no estágio atual do meu negócio?".

Como aplicar: aceite desde já que a sensação de "não estou aproveitando tudo como poderia" vai acontecer. É unânime e 100% natural. Não pode virar motivo de desistência. Concluir que "se não aproveito tudo, meu dinheiro não vale a pena" é raso. A matemática real é simples: o programa tem que colocar mais dinheiro no seu bolso do que tira, e a sua parte é buscar fazer isso acontecer.

Ponto 2 · Humildade: esvazie o ego e confie no método

O quê: ter a humildade de se esvaziar um pouco de si mesmo para chegar disposto a aprender e a ser mentorado.

Por que importa: se você se acha "muito foda", se olha para os outros se sentindo acima, tende a não aplicar e a não sentir de novo o gosto de fazer dinheiro. O ego é o principal bloqueio ao aprendizado.

Como aplicar: deixe o ego fora do programa. Quando bater a dúvida "será que quem me dá mentoria consegue mesmo fazer isso?", lembre da base de mais de 25 mil mentorias individuais. Confie no método e dispuse-se a executar o que for orientado, mesmo antes de ter certeza absoluta.

Ponto 3 · Seja uma pessoa legal

O quê: seja legal, aberto, leve e feliz. Não seja chato. Trate muito bem o time e os colegas.

Por que importa: a frase é "se legal, dá dinheiro". Quanto mais alegre e feliz você for dentro do programa, mais você extrai dele e das pessoas. O oposto (ser chato, tratar mal a equipe) fecha portas que você vai precisar.

Como aplicar: trate a equipe de suporte, os consultores e os colegas como aliados, não como obrigação. Ser uma pessoa boa de conviver é o que abre acesso, ajuda e oportunidade dentro da comunidade.

Ponto 4 · Peça ajuda e participe

O quê: solicitar ajuda ativamente e participar do máximo de frentes do programa.

Por que importa: o princípio é que não dá para ajudar quem não pede. O mentor pode ter a sensação de ter ajudado, mas enquanto a pessoa não se coloca na posição de pedir, "a coisa não vai para frente". Pedir ajuda é o gatilho que destrava.

Como aplicar:

  • Peça ajuda ao time, à equipe, ao seu consultor e ao seu rastreador.
  • Peça ajuda aos colegas, principalmente aos veteranos (gente com 1, 2, 3, 4 anos de casa). A melhor pergunta a fazer a eles é: "que dica você daria para eu aproveitar isso aqui da melhor maneira?".
  • Use todas as frentes: mentorias em grupo, projetos, ao vivo, campeonatos, clãs e a comunidade. A agenda é vasta e intensa.

A regra de ouro: quanto mais você participa e quanto mais o programa faz parte da sua vida, mais dinheiro você ganha.

Ponto 5 · Imersão

O quê: emergir no universo do tráfego pago e do programa, não apenas visitá-lo de vez em quando.

A analogia (aprender idioma): ninguém aprende inglês de verdade só com anos de escola de idioma. Aprende quem imerge, quem faz o idioma virar parte constante da vida (morar fora, jogar videogame, assistir séries no idioma). O palestrante conta que hoje estuda espanhol para abrir mercado de clientes de língua espanhola, e para isso colocou computador, navegador, celular, livros, séries e filmes todos em espanhol. Contato o tempo inteiro.

Como aplicar: faça o mesmo com a sua nova jornada. Quanto mais você respira e vive o assunto, mais rápido domina. A imersão é o segredo da velocidade em qualquer nova área, não só idioma.

Ponto 6 · Crie uma rotina (a real, não a ideal)

O quê: montar uma rotina que caiba de fato na sua vida para dar conta do trabalho do programa.

A analogia (jiu-jitsu): ao começar a treinar, ele decidiu "sou a pessoa que treina às 6h da manhã". Foi a esse treino zero dia. Migrou para o treino do fim do dia (18h) e passou a ir. A lição: uma coisa é a rotina que você gostaria de conseguir fazer, outra é a rotina que você realmente consegue fazer. A mudança grande na vida precisa ser acomodada, não idealizada.

Como aplicar:

  • Sente com quem divide a casa (marido, esposa, família) e avise que a rotina vai mudar, que haverá horários dedicados a estudar e executar, e que isso é pelo bem da família.
  • Trate essa conversa como algo sério, porque "somos aquilo que fazemos repetidamente".
  • Aceite que o programa vai virar parte da sua identidade aos poucos. É normal quem entra ainda não se sentir "do programa"; com o tempo, isso muda.

Ponto 7 · Se prepare enquanto executa

O quê: não esperar a sensação de "agora estou pronto" para começar a fazer.

Por que importa: se você condicionar a ação a ver todo o conteúdo antes, perde tempo. E o tempo passa muito rápido: você pisca e já se foram 3 meses de programa (cerca de 20% do campeonato), pisca de novo e o primeiro ciclo está acabando. É fácil se distrair e perder a noção do tempo.

Como aplicar: execute o mais rápido possível e prepare-se durante a execução, não antes dela. Foque no próximo passo, saiba exatamente qual é ele e aja. O conceito de fundo: "inteligência é, dada uma nova informação, o quão rápido você executa em cima dela". O programa é de execução, transformar conhecimento em dinheiro, não de acúmulo de aula.

Ponto 8 · Saiba o seu porquê

O quê: ter clareza do motivo pelo qual você está aqui. Quando o mentor pede ao time os dois fatores que mais separam quem tem de quem não tem resultado, a resposta, ano após ano, é execução e humildade. Ele acrescenta um terceiro: saber o seu porquê.

Como aplicar (exercício prático): pegue papel e caneta, ou o celular, algum lugar onde você vá guardar (se escrever no papel, tire uma foto) e responda à pergunta:

"O que vai fazer você continuar quando todo o resto das pessoas parar?"

Pode ser mais de uma resposta. Exemplos citados: um filho, uma missão, um desejo, o desejo de não se preocupar mais com dinheiro, não viver a mesma realidade dos pais, realizar o sonho de outra pessoa que só se realiza se você realizar o seu, buscar uma vida melhor, mais paz, mais conforto, mais liberdade. Essa clareza fica mais forte com o tempo, mas a orientação é esboçar as primeiras respostas agora.

Resumo dos 8 pontos

#PontoAção central
1Aluno para mentoradoMedir progresso, não consumo; a sensação de não aproveitar tudo é normal
2HumildadeEsvaziar o ego, confiar no método (+25 mil mentorias)
3Seja legalTratar bem o time e colegas; leveza abre portas
4Peça ajuda e participeNinguém ajuda quem não pede; usar todas as frentes
5ImersãoFazer o assunto virar parte constante da vida
6Crie uma rotinaA rotina possível, negociada com a família
7Se prepare executandoNão esperar estar "pronto"; foco no próximo passo
8Saiba o seu porquêEscrever o que te faz continuar quando os outros param

Os dois de maior peso, segundo o time: execução e humildade.

Como aplicar

1. No primeiro dia, escreva o seu porquê (ponto 8) e guarde onde você reveja. É a âncora dos outros 7.

2. Nesta semana, defina o seu próximo passo único e comece a executar já, sem esperar terminar de estudar (ponto 7). Se você é iniciante, peça direcionamento dos 2 ou 3 conteúdos que te deixam pronto para vender.

3. Marque uma conversa com a família para desenhar a rotina real que cabe na sua vida (ponto 6).

4. Monte a imersão: deixe o dia a dia cercado do assunto do programa (ponto 5).

5. Programe pedir ajuda toda semana: ao consultor, ao rastreador, aos colegas e aos veteranos, com a pergunta "como você aproveitou melhor o programa?" (ponto 4).

6. Faça um check de postura: estou tratando bem o time (ponto 3) e deixando o ego de fora (ponto 2)?

7. Reformule a pergunta que você faz de si mesmo: de "vi tudo?" para "estou crescendo com o que consumo?" (ponto 1).

Erros a evitar

  • Tratar o acesso como garantido. Quanto mais você toma o programa como certo, menos o usa e menos resultado tem.
  • Desistir por não aproveitar 100%. A sensação de subaproveitamento é universal e natural, nunca um sinal para parar.
  • Esperar estar "pronto" para agir. A preparação acontece durante a execução, não antes.
  • Montar a rotina idealizada. A rotina das 6h da manhã que você nunca cumpre não serve; use a que você realmente consegue seguir.
  • Não pedir ajuda. Sofrer em silêncio trava o progresso; o sistema só te ajuda quando você se coloca na posição de pedir.
  • Deixar o ego na frente. Achar-se acima dos outros bloqueia o aprendizado e o resultado.
  • Consumir sem executar. Acumular aula sem transformar em ação é confundir curso com mentoria.
  • Se assustar com os números médios. Cada um sobe a própria montanha; o programa é personalizado para o seu próximo passo, não para copiar a média.
Gravação da palestra