Em uma frase: começa uma jornada de mentoria de 12 meses que vai ser dura e cheia de trabalho, mas com garantia de resultado para quem executar, desde que a pessoa cumpra 8 comportamentos que separam quem prospera de quem trava.
Por que importa: a diferença entre quem termina o ciclo faturando várias vezes mais e quem fica no lugar quase nunca é conteúdo ou talento. É postura. Esta aula é o "manual de como se comportar dentro do programa" para extrair o máximo dele, e os mesmos 8 pontos valem para qualquer jornada de aprendizado intenso, não só a mentoria.
Antes dos 8 pontos, o palestrante entrega duas coisas contraintuitivas sobre os próximos 12 meses.
1. Vai ser pesado, não mágico. É contraintuitivo esperar "os melhores 12 meses da sua vida" e ouvir que talvez sejam os mais difíceis. Tem muito trabalho, e tem o boleto que chega todo mês sem falta. A imagem usada é a da "cenoura na frente e outra cenoura atrás": à frente o sonho que puxa, atrás a pressão do boleto que empurra. A frase-síntese é "o segredo do sucesso é o bom boleto para você pagar", ou seja, a obrigação financeira mensal é o que força a pessoa a se mover e a descobrir como pagar o próximo.
2. Você não está mais sozinho. A promessa dada com a palavra do mentor é direta: se você fizer a sua parte de executar o que for proposto, não tem como dar errado. A comunidade existe desde 2022, com gente que entrou naquele ano e permaneceu em 2023, 2024, 2025 e 2026, porque o programa seguiu gerando resultado e destravando as próximas metas. Quem entra agora tem uma vantagem que os veteranos não tiveram: um programa já maduro e uma rede de pessoas experientes ao lado.
O palestrante conta que um crítico disse que ele "não tem mais resultado porque promete pouco". A resposta dele virou princípio do programa: prefere entregar números reais a fazer promessas vazias. Os dados que ele usa para sustentar isso:
| Indicador | Número citado | Contexto |
|---|---|---|
| Renovação da última turma | 92% das pessoas presentes no evento | No mercado de mentoria o normal é 10% a 30% |
| Alunos que atingiram o resultado esperado | 66% dentro do ciclo | Considerado alto para o setor |
| Mentorias individuais já realizadas | +25 mil | Base do "a gente sabe o que está fazendo" |
A lógica: quem promete demais é quem não consegue cumprir. Números reais, ainda que menores, valem mais que promessa grande e vazia.
São médias (tem quem comece sem nenhum cliente), servem de referência da montanha, não de garantia individual.
| Métrica média | Início do ciclo | Fim do ciclo |
|---|---|---|
| Número de clientes | 6 | 17 |
| Faturamento mensal | ~R$ 8 mil | ~R$ 37.758 |
No último ano, a comunidade faturou mais de R$ 105 milhões comprovados (contratos e notas fiscais efetivamente subidos na plataforma). O próprio palestrante afirma que o número real é provavelmente o dobro, porque muita gente fecha contrato e não sobe o documento, então não entra na conta. Só o 100% comprovável foi contabilizado.
Cuidado de leitura: os números grandes podem assustar quem hoje fatura pouco ou nada. A orientação é não se assustar, porque "cada pessoa tem a sua própria montanha individual para subir". O programa é personalizado para o seu próximo passo, não para você consumir tudo de uma vez. Iniciante não precisa devorar o catálogo inteiro; precisa ser direcionado a 2 ou 3 conteúdos que já o deixem pronto para vender e se movimentar rápido.
Um ponto de mentalidade que atravessa a aula: a "camisa azul" (o acesso ao programa) é um privilégio, não um resultado garantido. A frase central é "quanto menos você der o SubidoPro como garantido, mais você vai conseguir utilizar o SubidoPro, e quanto mais você usa, mais resultado você tem".
O paralelo usado é o de reconhecer privilégios: só quem reconhece e agradece o que tem faz bom uso disso. Ter estrutura, acompanhamento e método "nas mãos" é algo que muita gente lá fora gostaria de ter e não tem. Tratar isso como óbvio é o caminho para desperdiçar.
Ele também é claro sobre os 8 pontos não garantirem mágica: mostrar os números não significa que todo mundo terá resultado. Uma minoria não terá. O que aumenta ou diminui a sua chance é cumprir (ou não) os 8 pontos abaixo.
O quê: a primeira diferença entre quem tem e quem não tem resultado é trocar a mentalidade de aluno pela de mentorado.
A diferença:
Como aplicar: aceite desde já que a sensação de "não estou aproveitando tudo como poderia" vai acontecer. É unânime e 100% natural. Não pode virar motivo de desistência. Concluir que "se não aproveito tudo, meu dinheiro não vale a pena" é raso. A matemática real é simples: o programa tem que colocar mais dinheiro no seu bolso do que tira, e a sua parte é buscar fazer isso acontecer.
O quê: ter a humildade de se esvaziar um pouco de si mesmo para chegar disposto a aprender e a ser mentorado.
Por que importa: se você se acha "muito foda", se olha para os outros se sentindo acima, tende a não aplicar e a não sentir de novo o gosto de fazer dinheiro. O ego é o principal bloqueio ao aprendizado.
Como aplicar: deixe o ego fora do programa. Quando bater a dúvida "será que quem me dá mentoria consegue mesmo fazer isso?", lembre da base de mais de 25 mil mentorias individuais. Confie no método e dispuse-se a executar o que for orientado, mesmo antes de ter certeza absoluta.
O quê: seja legal, aberto, leve e feliz. Não seja chato. Trate muito bem o time e os colegas.
Por que importa: a frase é "se legal, dá dinheiro". Quanto mais alegre e feliz você for dentro do programa, mais você extrai dele e das pessoas. O oposto (ser chato, tratar mal a equipe) fecha portas que você vai precisar.
Como aplicar: trate a equipe de suporte, os consultores e os colegas como aliados, não como obrigação. Ser uma pessoa boa de conviver é o que abre acesso, ajuda e oportunidade dentro da comunidade.
O quê: solicitar ajuda ativamente e participar do máximo de frentes do programa.
Por que importa: o princípio é que não dá para ajudar quem não pede. O mentor pode ter a sensação de ter ajudado, mas enquanto a pessoa não se coloca na posição de pedir, "a coisa não vai para frente". Pedir ajuda é o gatilho que destrava.
Como aplicar:
A regra de ouro: quanto mais você participa e quanto mais o programa faz parte da sua vida, mais dinheiro você ganha.
O quê: emergir no universo do tráfego pago e do programa, não apenas visitá-lo de vez em quando.
A analogia (aprender idioma): ninguém aprende inglês de verdade só com anos de escola de idioma. Aprende quem imerge, quem faz o idioma virar parte constante da vida (morar fora, jogar videogame, assistir séries no idioma). O palestrante conta que hoje estuda espanhol para abrir mercado de clientes de língua espanhola, e para isso colocou computador, navegador, celular, livros, séries e filmes todos em espanhol. Contato o tempo inteiro.
Como aplicar: faça o mesmo com a sua nova jornada. Quanto mais você respira e vive o assunto, mais rápido domina. A imersão é o segredo da velocidade em qualquer nova área, não só idioma.
O quê: montar uma rotina que caiba de fato na sua vida para dar conta do trabalho do programa.
A analogia (jiu-jitsu): ao começar a treinar, ele decidiu "sou a pessoa que treina às 6h da manhã". Foi a esse treino zero dia. Migrou para o treino do fim do dia (18h) e passou a ir. A lição: uma coisa é a rotina que você gostaria de conseguir fazer, outra é a rotina que você realmente consegue fazer. A mudança grande na vida precisa ser acomodada, não idealizada.
Como aplicar:
O quê: não esperar a sensação de "agora estou pronto" para começar a fazer.
Por que importa: se você condicionar a ação a ver todo o conteúdo antes, perde tempo. E o tempo passa muito rápido: você pisca e já se foram 3 meses de programa (cerca de 20% do campeonato), pisca de novo e o primeiro ciclo está acabando. É fácil se distrair e perder a noção do tempo.
Como aplicar: execute o mais rápido possível e prepare-se durante a execução, não antes dela. Foque no próximo passo, saiba exatamente qual é ele e aja. O conceito de fundo: "inteligência é, dada uma nova informação, o quão rápido você executa em cima dela". O programa é de execução, transformar conhecimento em dinheiro, não de acúmulo de aula.
O quê: ter clareza do motivo pelo qual você está aqui. Quando o mentor pede ao time os dois fatores que mais separam quem tem de quem não tem resultado, a resposta, ano após ano, é execução e humildade. Ele acrescenta um terceiro: saber o seu porquê.
Como aplicar (exercício prático): pegue papel e caneta, ou o celular, algum lugar onde você vá guardar (se escrever no papel, tire uma foto) e responda à pergunta:
"O que vai fazer você continuar quando todo o resto das pessoas parar?"
Pode ser mais de uma resposta. Exemplos citados: um filho, uma missão, um desejo, o desejo de não se preocupar mais com dinheiro, não viver a mesma realidade dos pais, realizar o sonho de outra pessoa que só se realiza se você realizar o seu, buscar uma vida melhor, mais paz, mais conforto, mais liberdade. Essa clareza fica mais forte com o tempo, mas a orientação é esboçar as primeiras respostas agora.
| # | Ponto | Ação central |
|---|---|---|
| 1 | Aluno para mentorado | Medir progresso, não consumo; a sensação de não aproveitar tudo é normal |
| 2 | Humildade | Esvaziar o ego, confiar no método (+25 mil mentorias) |
| 3 | Seja legal | Tratar bem o time e colegas; leveza abre portas |
| 4 | Peça ajuda e participe | Ninguém ajuda quem não pede; usar todas as frentes |
| 5 | Imersão | Fazer o assunto virar parte constante da vida |
| 6 | Crie uma rotina | A rotina possível, negociada com a família |
| 7 | Se prepare executando | Não esperar estar "pronto"; foco no próximo passo |
| 8 | Saiba o seu porquê | Escrever o que te faz continuar quando os outros param |
Os dois de maior peso, segundo o time: execução e humildade.
1. No primeiro dia, escreva o seu porquê (ponto 8) e guarde onde você reveja. É a âncora dos outros 7.
2. Nesta semana, defina o seu próximo passo único e comece a executar já, sem esperar terminar de estudar (ponto 7). Se você é iniciante, peça direcionamento dos 2 ou 3 conteúdos que te deixam pronto para vender.
3. Marque uma conversa com a família para desenhar a rotina real que cabe na sua vida (ponto 6).
4. Monte a imersão: deixe o dia a dia cercado do assunto do programa (ponto 5).
5. Programe pedir ajuda toda semana: ao consultor, ao rastreador, aos colegas e aos veteranos, com a pergunta "como você aproveitou melhor o programa?" (ponto 4).
6. Faça um check de postura: estou tratando bem o time (ponto 3) e deixando o ego de fora (ponto 2)?
7. Reformule a pergunta que você faz de si mesmo: de "vi tudo?" para "estou crescendo com o que consumo?" (ponto 1).